O modus operandi dos sequestradores

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Embora as vítimas de sequestro tenham perfil parecido, o modus operandi dos sequestradores apresenta algumas particularidades e pode ocorrer por motivos financeiros, de vingança e para obtenção de informações.

O sequestro por motivação financeira é o mais comum, que atinge empresários que são deixados em cárcere até que seja pago um resgate. As ocorrências motivadas por vingança são mais raras, mas nem por isso deixam de acometer suas vítimas.

O sequestro para conseguir informações sobre cofres ou senhas de contas bancárias também tem se tornado comum, uma vez que a possibilidade de ganho pode ser maior do que o pagamento de resgate.

Em todos os casos, os criminosos planejam a ação detalhadamente, colhendo informações sobre a rotina da vítima, como horários de saída e chegada e locais que frequenta. Esta parte do plano criminoso conta muitas vezes com apoio de funcionários da família ou pessoas próximas para passar estas informações.

Após a premeditação, a ação é planejada e executada. Geralmente a vítima é atacada no trânsito, ou em momentos de distração na rua, como ao entrar em um veículo. Após ser capturada, a vítima é levada para um cativeiro, geralmente distante do local do sequestro.

Evidente que ninguém deseja passar por uma situação deste tipo mas, se por ventura ocorrer, algumas recomendações são necessárias.

Este é o momento mais tenso: em que a vítima é maltratada e ameaçada, vivendo sob pressão constante. Numa situação como esta, o melhor a se fazer é ser colaborativo com os marginais e não agir de modo impulsivo. Procure prestar atenção nos detalhes do caminho até o cativeiro e as características do local em que foi deixado.

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