Gestão da continuidade dos negócios

O conceito de Gestão da Continuidade dos Negócios (GCN) é relativamente novo no universo corporativo. O termo ganhou relevância após os atentados às torres gêmeas do edifício World Trade Center em 2001, quando apontou que determinados eventos inesperados podem causar a ruptura total de negócios.
Para se ter uma ideia, uma empresa situada no complexo perdeu 700 profissionais de seu alto escalão. A companhia perdeu inteligência, talento e experiência, quadros difíceis de serem substituídos. Quando o conceito de GCN começou a se popularizar, as empresas atribuíram a responsabilidade exclusivamente à área de Tecnologia da Informação (TI), condição que foi mudando na medida em que houve uma crescente conscientização e envolvimento das áreas que com suas atividades sustentam processos críticos para o negócio.
Outro fator que apontou a necessidade do GCN é a interdependência dos sistemas no mundo globalizado. As corporações vivem “em rede” referenciando um terremoto seguido de tsunami no Japão que não causou apenas um desastre localizado, mas sim abriu discussões em diversos países sob a sustentabilidade das matrizes energéticas. Investimentos de bilhões de dólares que podem virar pó nos próximos anos.

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